Crítica: Arco (2026)

 

"Arco" é daquelas animações que aquecem o coração e provam que o amor vai além do sangue

Sabe aquele filme que você termina de assistir com o coração quentinho? Arco é exatamente assim. Logo de cara, o que chama a atenção é o visual: a animação é linda, cheia de cores vivas e desenhos que brilham nos olhos. É um verdadeiro presente para quem gosta de arte bem feita.


A história é muito sensível e faz uma mistura legal entre o presente e o futuro. No meio disso tudo, a gente acompanha o nascimento de uma amizade linda entre o Arco e a Iris. É um desenho leve e divertido, mas que sabe emocionar na hora certa, sem forçar a barra.

Mas vamos falar a verdade: quem rouba a cena mesmo é o Mikki, o robô. É incrível como uma máquina consegue mostrar mais amor e cuidado do que muito ser humano por aí. Ele é a prova viva de que ser pai ou mãe não tem nada a ver com biologia ou sangue, mas sim com estar presente, dar carinho e escolher cuidar de alguém todos os dias.

Mesmo sendo uma história curtinha, o impacto que ela deixa é enorme. É daquelas animações que a gente assiste e guarda num lugar especial do coração. Vale muito a pena ver!

Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ (Cinco)
Autor: Guilherme Pinho

Assista ao filme hoje nos cinemas!

Ingresso.com

Imagens: Mubi / Mares Filmes

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Crítica: The Rose - Come Back To Me (2026)

Crítica: Davi - Nasce Um Rei (2026)

Crítica: Relançamento - Em Busca do Ouro (1925)