Crítica: Se Eu Fosse Você 3 (2026)
Se Eu Fosse Você 3: o declínio de uma das mais icônicas franquias nacionais. Estreou nessa última quinta-feira (08) nos cinemas brasileiros a sequência de uma das franquias mais icônicas do cinema nacional, Se Eu Fosse Você 3. E que decepção! Na trama, Bia (filha de Cláudio e Helena) agora é adulta e está namorando com Aquiles. Porém, o improvável acontece quando uma maldição que já vem de família volta a acontecer e o casal troca de corpo. Iniciando, admiro muito a franquia e, na minha opinião, ela é sustentada pelas atuações marcantes e icônicas de Glória Pires e, principalmente, de Tony Ramos. Na nova trama, ainda que apresentem uma boa química, Bia (Cléo Pires) e Aquiles (Rafael Infante) trazem atuações rasas e nada marcantes. Mas Rafael Infante ainda consegue se destacar interpretando uma postura feminina de uma forma divertida. Com o trailer, dava a entender que Glória Pires e Tony Ramos voltariam a trocar de corpo, mas, na verdade, eles acabaram servindo como uma aparição ...