Crítica: Pânico 7 (2026)
“Entre o Fan Service e a Paródia: Pânico 7 Perde o Rumo e Esquece o Medo” É realmente frustrante ver uma franquia que moldou o gênero slasher se perder de forma tão desanimadora, seguindo exatamente o mesmo caminho decepcionante que vimos no encerramento recente de Halloween. Pânico 7 tenta se sustentar em um fan service que, embora entregue momentos nostálgicos para quem é fã de carteirinha, não consegue esconder a falta de substância do roteiro. O grande problema aqui é o tom: o filme está tão saturado de piadinhas fora de hora e diálogos expositivos que a sensação constante é a de estar assistindo a uma sequência de Todo Mundo em Pânico. Quando o humor atropela a tensão e o deboche substitui o medo, a essência do terror morre, transformando o que deveria ser um suspense psicológico em uma paródia involuntária de si mesmo. No meio desse caos narrativo, a única luz que realmente brilha e dá alguma vida ao filme é Gale Weathers. Ela domina a tela em cada aparição, provando que é ...