Crítica: Milonga (2026)
“Milonga”: quando uma boa ideia se perde em um desenvolvimento lento e sem impacto. Tem filmes que não sabem organizar suas histórias, e Milonga é um bom exemplo disso. Vale lembrar que o filme estreou em circuito paulista no final de dezembro e chega às salas do Rio de Janeiro no dia 29 de janeiro. Basicamente, o longa nos traz uma mulher que tem a oportunidade de se libertar de um passado difícil ao conhecer um homem que a ajuda a redescobrir sua paixão pelo tango. No entanto, para seguir em frente, ela precisa encarar algumas verdades desconfortáveis. Analisando, parece ter uma proposta interessante, mas falha grandemente. Começando pela história, que foi o que mais me decepcionou. Quando observamos a sinopse, percebemos que a protagonista, Paulina García (Rosa), é uma senhora que enfrenta diversos problemas: seu filho está preso, sua filha não dá a mínima para ela e, por fim, ela encontra um grande amor. Porém, nenhum desses assuntos é devidamente explorado. Milonga, caso voc...