Crítica: Infinite Icon - Uma Memória Visual (2026)
Infinite Icon - Uma Memória Visual: Um documentário inspirador e animado!
Recentemente vem crescendo o número de documentários de famosos ou cantores nos cinemas, e agora é a vez de conhecermos um pouco melhor a história da cantora/influenciadora Paris Hilton.
Quero começar a crítica dizendo que, quando fui assistir ao filme, não conhecia quase nada dela, mas me surpreendeu muito positivamente!
Começando pela história de Paris, que traz um tom mais emocionante à obra, já que é mostrado que ser famosa tem um preço muito grande, tanto mentalmente quanto fisicamente. Sua trajetória na fama não foi nada fácil: houve pressões mentais e pesadas fake news. Mas a influenciadora não desistiu; apesar dos obstáculos serem muito grandes, persistiu bastante para conquistar o que possui hoje. Uma coisa legal é que Paris realmente se abriu nesse filme, expondo até problemas enfrentados, como o TDAH, que inclusive é mencionado em uma de suas músicas. Isso é genial, pois pode servir de exemplo para que outras pessoas também não se sintam envergonhadas de compartilhar suas vivências.
Suas músicas, com uma pegada eletrônica, e seus efeitos especiais elevam o filme a um patamar maior, entretendo assim em grande parte o espectador.
O único detalhe negativo são suas 1h50min, pois chega a um certo ponto em que não há mais o que contar sobre ela, e o documentário passa a ser um show. Isso funciona bem, mas serviria melhor para quem já é fã.
No geral, é um documentário bem bacana, pois emociona e, ao mesmo tempo, anima, servindo como uma inspiração para que as pessoas sejam fortes, até mesmo quando todo pesadelo parece não ter fim!
Nota: ⭐️⭐️⭐️½ (três e meio)
Autor: Davi Gouveia.
O documentário estreia dia 29 de janeiro nos cinemas brasileiros.
Imagens: Divulgação / Sato Company Brasil.



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