Crítica: Eu, Que Te Amei (2026)

 

“Eu, Que Te Amei” une grandes performances e referências ao cinema clássico.

Novo filme da diretora Diane Kurys, Eu, Que Te Amei se apresenta como uma obra interessante, sustentada por uma narrativa envolvente e bem construída.

O longa conta com um elenco excelente, com destaque para Marina Foïs, que interpreta Simone Signoret, atriz e escritora consagrada, e Roschdy Zem, no papel de Yves Montand, ator e cantor de grande relevância. 

As atuações conferem densidade dramática e credibilidade aos personagens retratados.

Ao longo da trama, o filme também traz referências à atriz Marilyn Monroe, ampliando o contexto histórico e artístico da história e reforçando o diálogo com o cinema clássico.

Eu, Que Te Amei tem direção e roteiro assinado por Diane Kurys e possui duração de 1 hora e 58.

Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️½ (Quatro e Meio)

Autor: Matheus Felipe.

O longa está em cartaz nos cinemas brasileiros via Autoral Filmes.


      Autoral Filmes.


Imagens: Divulgação.

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