Crítica: Adeus, June (2025)
"Adeus, June" é um filme lindo e delicado, ou seja, tudo o que precisamos em um Natal.
Chegou recentemente ao catálogo da Netflix o filme "Adeus, June", e que presente de Natal foi esse filme!!!
Em "Adeus, June", nós conhecemos June, uma senhora que já está em seus últimos dias de vida. A senhora tem quatro filhos, porém não se dão muito bem e muito menos mantêm contato, mas isso terá que mudar caso queira ver a mãe bem emocionalmente.
Bom, ao iniciar esta crítica, já queria adiantar que esse filme me impressionou e quase me fez derramar uma lágrima. Mas vamos começar falando das atuações: Helen Mirren (June) está simplesmente perfeita, com uma fisionomia bem marcante, assim como outros nomes que também deixam sua marca, como Andrea Riseborough (Molly), Timothy Spall (Bernie) e Johnny Flynn (Connor).
O roteiro é um dos fatores que mais me motivou a encantar pela obra, pois ele não trata apenas da relação materna pelo seus filhos, mas também sobre reconciliação. A parte mais triste da história é pensar que foi necessário que a mãe estivesse em seu leito de morte para que seus filhos pudessem reconhecer o verdadeiro significado de família.
O longa é bem direto e descontraído, mas também muito sensível, pois, de repente, sai de uma zona de conforto para momentos extremamente emocionantes, que sinceramente abriu a minha mente e me fez refletir mais sobre o valor da família.
Resumindo, "Adeus, June" é um lindo drama sobre união e reconciliação, que faz você terminar de assisti-lo com um sorriso no rosto. Um tema fundamental e um momento necessário como o Natal.
Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️.5
Autor: Davi Gouveia
Netflix Brasil
Imagens: Netflix/ Divulgação.



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