Crítica: A Única Sobrevivente (Cabine de imprensa) - 2025

 

A Única Sobrevivente é o mais novo lançamento da Adrenalina Pura+.

Em 1981, uma passageira sobreviveu a uma colisão entre um avião comercial e um bombardeiro soviético a mais de 5 km de altitude. Ao acordar sozinha na floresta, ela precisa criar seu próprio milagre para se manter viva.

Começando a crítica pelas atuações, que estão bastante amadoras, os nomes mais importantes no filme são Nadezhda Kaleganova (Larisa) e Maksim Ivanov-Marenin, que interpretam papéis interessantes, mas ainda assim nada muito profissional.

O CGI do filme é bem ruim, principalmente quando falamos em específico a cena da queda do avião, sem falar nos momentos de adrenalina, que são mal produzidos.

Algo que me deixou extremamente chateado e um dos pontos que me fez não aprovar a obra foi a péssima execução da história, considerando que se trata de um impactante caso verídico.

Sinceramente, fiquei me perguntando ao longo do filme qual era o seu gênero, pois em certos momentos parecia suspense, em outros drama, e até havia uma leve cena de susto, então fica meio que nessa indecisão.

A produção tenta entreter o espectador de qualquer maneira e a qualquer custo, chegando ao ponto de inserir conflitos no enredo apenas para tapar furos na história, o que acaba torando algo cansativo e irritante.

O que motiva a assistir e ter alguma consideração, em meio a tantos pontos negativos, é a relação do casal protagonista, que é bem aproveitada e explorada.

Resumindo, A Única Sobrevivente é o tipo de filme que tinha tudo para ser grandioso, mas fracassa, tornando-se um dos piores lançamentos do ano.

Nota: 1,5/5.
Autor: Davi Gouveia.

O longa está disponível no serviço de streaming Adrenalina Pura+.

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