Crítica: F1: O Filme (2025)
F1: O Filme é o mais novo lançamento de Brad Pitt que está em cartaz nos cinemas.
Na década de 1990, Sonny Hayes era o piloto mais promissor da Fórmula 1, mas um acidente quase acabou com sua carreira. Trinta anos depois, o dono de uma equipe de Fórmula 1 em dificuldades convence Sonny a voltar a correr e se tornar o melhor do mundo.
Antes de assistir ao filme, já estava super animado, pois esperava que iria ser bom, mas é melhor do que imaginava.
Nas atuações temos grandes nomes de destaque como Javier Bardem que, apesar de não ser um papel tão badalado, fez um trabalho muito bacana ao trazer a forte mensagem dos amigos de verdade. Damson Idris (Joshua Pearce) é um jovem talento entregando uma atuação impecável. Todos saíram incríveis, mas a estrela é Brad Pitt (Sony Hayes) com sua performance marcante e ousada.
Trilha sonora é algo que gosto muito, pois elas, na maioria das vezes, dão um ânimo no filme e em F1 não é diferente, ao trazer músicas muito bacanas, envolvendo nomes como Ed Sheeran, Rosé e Queen, misturando sons eletrônicos com clássicos e, devido a isso posso dizer que este foi um dos melhores pontos do filme.
F1 é um filme que tem que ser assistido nos cinemas para você conseguir sentir toda essa experiência de ouvir um carro de corrida e, graças às posições das câmeras no longa, te dá uma impressão de estar dentro de um carro de Fórmula 1.
Apesar das cenas de corrida, o momento mais marcante para mim foi, sem sombra de dúvidas, a mensagem que ele passa, ao retratar o protagonista com seus 40, 50 anos de idade, dando a volta por cima, superando diversos obstáculos, traumas e trazendo a lição para nunca subestimar os mais velhos, pois eles são os mais experientes.
O longa traz, além da pegada eletrizante, um momento mais romântico entre Sony Rayes e Kate McKenna (Kerry Condon), que vão se conhecendo ao decorrer do longa e retratam uma história de amor linda e leve.
A fotografia é surreal, abordando diversas paisagens como ambientes verdes e as belíssimas pistas de corrida.
A direção de Joseph Kosinski (mesmo diretor de Top Gun Maverick) é simplesmente brilhante, assim como parte da produção formada pelo corredor Lewis Hamilton. Além de Hamilton, outros nomes também marcam presença no filme, como Max Verstappen, Charles Leclerc, entre outros, e é claro que eles não deixaram de mencionar o brasileiro Senna. Isso é genial, já que todos eles são um fenômeno na F1, o que faz desse filme não ser só mais um simples filme do gênero, mas uma homenagem a todos os pilotos.
Resumindo, F1: O Filme é o tipo de filme que você vai sair impactado com o resultado e a cada vez que lembrar dele vai achar melhor ainda. Ou seja, é um filmaço.
Nota: 4,5/5
Autor: Davi Gouveia.
O filme está em cartaz nos cinemas brasileiros via Warner Bros. Pictures Brasil.
Imagens: Warner Bros. Pictures Brasil/ Divulgação.


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