Crítica: Homem com H (2025)
Homem com H é a mais nova cinebiografia de Ney Matogrosso dirigido por Esmir Filho.
Ney Matogrosso é um dos maiores ícones quando o assunto é MPB e por isso finalmente o cantor ganhou uma cinebiografia de respeito.
Iniciando pelas atuações que no geral estão bem feitas, mas os destaques vão para Jesuíta Barbosa que interpreta o Ney e simplesmente arrasou, através de sua atuação e movimentos marcantes, que em sua maioria das vezes chega a ser semelhante com o próprio Ney e Rômulo Braga que faz Antônio (Pai do Ney) que fez um papel bem marcante, principalmente nas chocantes cenas de discussões de Ney com seu pai, que acabam sendo fortes.
O roteiro é muito bem feito e apesar da história não ser totalmente verídica quanto mostrado no filme, é bem trabalhada, já adianto que é bom preparar um lencinho.
A fotografia é outro ponto que merce destaque, pois o longa ele traz essas pegada mais da natureza, represento esse espírito mais selvagem que há no cantor, assim como os shows e clipes que para mim é o ponto chave do longa, que com certeza vai causar uma grande nostalgia.
O longa aborda diversos temas, tendo como o principal a homofobia, pois é o ponto que o Ney Matogrosso é mais críticado, pelo fato de suas vestimentas sempre destacadas e seus jeitos. Além disso conhecemos o lado romântico do cantor, como os seu marcantes relacionamentos que mostra sua versão mais doce.
Resumindo, Homem com H não só um grande filme nacional, mas sim uma bela homenagem para Ney Matogrosso.
O longa está disponível no catálogo da Netflix Brasil.
Nota: 4/5.
Autor: Davi Gouveia.
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Imagens: Paris Filmes e Metrópoles


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