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Mostrando postagens de dezembro, 2025

As maiores descepções de 2025 (cinema)

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 Abaixo você confere a lista das nossas 10 maiores descepções de filmes lançados nos cinemas em 2025. 1 – Coração de Lutador: The Smashing Machine Esse aqui confesso que me decepcionou, e muito. Tinha sido indicado a inúmeras premiações e contava com um grande preparo de produção, mas isso não se transformou em algo grandioso por causa do roteiro, que tinha tudo para ser excelente. Infelizmente, o sentimental foi trocado por algo lamentável. Disponível para compra ou aluguel. 2 – Superman Envolve boas atuações, efeitos especiais bem feitos e fidelidade aos quadrinhos. Superman é um bom filme, porém decepciona ao tentar juntar muitos heróis em uma única trama, escondendo um pouco o ator David Corenswet, o próprio Superman, que deveria ser o protagonista. Disponível na HBO Max. 3 – Wicked: Parte 2 A tão esperada conclusão do aclamado musical da Broadway é um filme bacana, com boas atuações e canções arrepiantes. Porém, prometia ser bem mais emocionante quando falamos de uma conclusão...

Crítica: Adeus, June (2025)

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  "Adeus, June" é um filme lindo e delicado, ou seja, tudo o que precisamos em um Natal. Chegou recentemente ao catálogo da Netflix o filme "Adeus, June", e que presente de Natal foi esse filme!!! Em "Adeus, June", nós conhecemos June, uma senhora que já está em seus últimos dias de vida. A senhora tem quatro filhos, porém não se dão muito bem e muito menos mantêm contato, mas isso terá que mudar caso queira ver a mãe bem emocionalmente. Bom, ao iniciar esta crítica, já queria adiantar que esse filme me impressionou e quase me fez derramar uma lágrima. Mas vamos começar falando das atuações: Helen Mirren (June) está simplesmente perfeita, com uma fisionomia bem marcante, assim como outros nomes que também deixam sua marca, como Andrea Riseborough (Molly), Timothy Spall (Bernie) e Johnny Flynn (Connor). O roteiro é um dos fatores que mais me motivou a encantar pela obra, pois ele não trata apenas da relação materna pelo seus filhos, mas também sobre reconci...

Crítica: A Empregada (2025)

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  "A Empregada": Como a fidelidade ao livro transformou o suspense em uma experiência visual de tirar o fôlego! É raro sair de uma sessão com a sensação de que o diretor realmente "leu o mesmo livro que eu”. “A Empregada” apesar de alguns ajustes para fluir melhor, consegue essa proeza. O filme não apenas traduz a trama de Freida McFadden, mas mantém a atmosfera claustrofóbica e o ritmo frenético que me fizeram devorar o livro.  A escolha do elenco foi um grande acerto. Ver a dinâmica entre a vulnerabilidade de Millie e a instabilidade magnética de Nina Winchester na tela traz uma camada de tensão que a imaginação, por vezes, não alcança sozinha. Sydney Sweeney entrega exatamente aquele olhar de "quem não tem nada a perder", essencial para acreditarmos que ela aceitaria viver naquele sótão sufocante. Amanda Seyfried consegue transitar entre a vilã detestável e a mulher fragilizada com uma rapidez que nos deixa(mesmo já sabendo o desfecho) em dúvida sobre suas i...

Crítica: Tainá e os Guardiões da Amazônia: Em Busca da Flecha Azul (2025)

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  "Tainá e os Guardiões da Amazônia: Em Busca da Flecha Azul" é uma linda animação sobre conscientização. Chegou aos cinemas nesta quinta-feira (25) a mais nova animação nacional, "Tainá e os Guardiões da Amazônia: Em Busca da Flecha Azul", e pense em um filme que me surpreendeu positivamente. Basicamente, o longa traz a história de uma jovem guerreira chamada Tainá, que tem o sonho de se tornar uma guardiã da Amazônia, mas, para isso, ela precisa conquistar a tão cobiçada Flecha Azul. Devido ao seu problema de ansiedade, a jovem acaba perdendo a flecha e, na tentativa de recuperá-la, acaba descobrindo os problemas existentes na floresta. Ao assistir ao filme, confesso que não estava colocando muita expectativa, mas me surpreendeu de maneira positiva. Começando pela parte visual, o longa é bem colorido, retratando a floresta Amazônica em sua verdadeira forma. Além disso, obras que utilizam uma paleta de cores diversificada tendem a atrair mais espectadores, principa...

Crítica: Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada (2025)

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  “Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada” Um reencontro emocionante com a minha criança interior Eu saí da sessão com aquela sensação rara de que o cinema ainda consegue me abraçar de verdade. Confesso que fui com um pé atrás, afinal, em pleno 2025, é difícil uma franquia de mais de duas décadas não parecer "cansada" ou puramente comercial. Mas o que vi na tela foi um resgate apaixonado de tudo o que me fez amar a Fenda do Biquíni lá atrás.  O que mais me tocou não foram apenas as piadas, que por sinal estão afiadíssimas, mas o tema central da busca do Bob Esponja por ser levado a sério. Em algum momento da vida, todos nós nos sentimos um pouco como ele, tentando provar que somos "grandões" o suficiente para lidar com o mundo, e ver o Bob enfrentar as profundezas assustadoras do oceano para encarar o Holandês Voador mexeu comigo de um jeito que eu não esperava. É um filme sobre coragem, mas não aquela coragem épica de um herói de ação, e sim a bravura silenciosa d...

Crítica: Avatar: Fogo e Cinzas (2025)

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  "Avatar: Fogo e Cinzas" é facilmente o melhor filme da franquia!!! Chegou aos cinemas o mais novo lançamento de James Cameron, "Avatar: Fogo e Cinzas", e tenho uma boa notícia para os fãs da franquia: está incrível. Nas atuações, Zoë Saldaña (Neytiri) e Sam Worthington (Jake Sully) continuam incríveis assim como parte do elenco, mas um dos nomes mais marcantes nessa sequência foi o jovem Jack Champion (Spider), no qual através disso conseguimos nos aprofundar um pouco mais na sua história e sua adaptação para fazer parte da família de Jake.  Neste novo longa, somos apresentados à nova vilã Varang (Oona Chaplin), que, através das divulgações, prometia entregar uma atuação aterrorizante, mas fica só na aparência, já que o Coronel Miles (Stephen Lang) rouba a cena como vilão principal, como é de costume na saga. Apesar dos dois contracenarem juntos, a má divisão entre eles é prejudicial, o que impede a exploração de Varang. Na questão visual, o filme é um espetáculo,...

Crítica: Traição Entre Amigas (2025)

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  DOR E RESILIÊNCIA: Larissa Manoela e Giovanna Rispoli Sustentam o Luto de uma Amizade Desfeita em "Traição Entre Amigas" "Traição Entre Amigas", dirigido por Bruno Barreto e adaptado do livro de Thalita Rebouças, é um filme que se propõe a ser mais do que um drama juvenil, funcionando como um espelho do amadurecimento e das consequências inevitáveis que as escolhas impensadas trazem para a vida jovem aduta. A obra explora, em sua essência, a complexidade de perdoar o outro e, principalmente, perdoar a si mesmo. Apesar de contar com a direção de um cineasta experiente como Bruno Barreto, o filme equilibra a tentativa de profundidade dramática com a manutenção de uma estrutura que, por vezes, soa familiar ao gênero teen. Assinado por Thalita Rebouças, o roteiro apresenta uma narrativa paralela que acompanha as vidas de Penélope (Larissa Manoela) e Luiza (Giovanna Rispoli) após o rompimento. Essa estrutura, embora funcional para contrastar as jornadas de culpa e supe...