Crítica: Amores À Parte - (Cabine de imprensa) 2025
“Amores à Parte”: Uma Sátira Morna sobre Relacionamentos Modernos.
“Amores à Parte” nos joga de cabeça no caos do divórcio de Ashley (Adria Arjona) e Carey (Kyle Marvin), arrancando risadas com a revelação das traições e reação inesperada de Carey.
A comédia romântica ganha um novo rumo quando ele descobre que o casamento do seu melhor amigo, Paul, com Julie (Dakota Johnson), não é exatamente como o dele. O relacionamento deles é aberto, e essa é a deixa para o filme explorar uma sátira aos relacionamentos modernos. A monogamia é posta em cheque, e a discussão é levantada: será que o desapego é sinônimo de felicidade, ou apenas um escudo para a insegurança?
O filme tem um ritmo leve e divertido, mas em alguns momentos, as piadas exageradas acabam quebrando o clima. No entanto, o carisma e as atuações de Adria Arjona e Dakota Johnson, que carregam o filme nas costas, compensam a falta de profundidade em certas cenas.
A grande crítica, no entanto, é que "Amores à Parte" parece ter tido medo de se aprofundar nos temas que ele mesmo levanta. O filme é tímido, faltou mais romance, mais drama e, principalmente, mais sex appeal.
No final das contas, o filme não é ruim, mas também não é memorável. Assim como o relacionamento de Ashley e Carey “Amores à Parte” é morno e, por isso, acaba sendo facilmente esquecido. É um filme para ser assistido sem grandes expectativas.
Nota: 3,5/5
Autora: Thifany Soares.
O filme estreia nesta quinta - feira dia 21 de agosto nos cinemas brasileiros via Diamond Films Brasil.
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Imagens: Diamond Films Brasil.


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