Crítica: The Rose - Come Back To Me (2026)

 

"The Rose: Come Back to Me": quando a música cura

Às vezes, a cura começa de forma silenciosa — através de uma música, de uma letra ou de um sentimento que finalmente encontra palavras. A música tem esse poder de nos permitir mostrar ao mundo quem realmente somos e de nos reconectar com aquilo que nos faz felizes, mesmo quando o mundo parece nos empurrar para sermos algo diferente da nossa própria essência.

O documentário The Rose: Come Back to Me, dirigido por Eugene Yi, com estreia global e chegada aos cinemas brasileiros no dia 14 de fevereiro, é mais do que a história de uma banda. É um retrato sensível sobre recomeços, amizade, vulnerabilidade e sobre como a música pode curar mesmo quando a gente ainda não sabe que precisa disso.

Ao acompanhar a formação do The Rose e a trajetória que transformou quatro artistas em uma banda que conecta pessoas ao redor do mundo, o filme revela que, por trás dos palcos, das turnês e das canções, existem histórias reais de coragem, dor, crescimento e esperança.

Como fã, assistir a esse documentário foi quase como revisitar memórias importantes com um novo olhar. Durante a exibição, ri, chorei e me emocionei — um misto de sentimentos que só o The Rose consegue provocar. Foi como estar perto deles mais uma vez (especialmente para quem, como eu, já viveu essa conexão de perto em dois shows aqui no Brasil). Ver essa trajetória contada para além da música despertou uma conexão ainda mais profunda e um sentimento imenso de gratidão por acompanhar artistas tão verdadeiros.

Se você já foi tocado por uma música no momento certo da sua vida, esse documentário é para você.
E se você ainda não conhece o The Rose, essa pode ser a forma mais bonita de começar.

Nos vemos no cinema — e não esqueça de levar lenços, você provavelmente vai precisar. 🌹

Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ (cinco) — e não é porque sou fã, mas porque foi muito mais do que eu esperava.

Autora: Nathália Vasconcelos.


      Ingresso.com


Imagens: Sato Company / Divulgação.

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